Malandragem é Linha de Força, Linha de Caridade, É Linha de Umbanda. Hoje ando na Linha... Sou Malandro, sou protegido por nosso Pai Glorioso Guerreiro São Jorge e pela energia de Ogum, com essa proteção levo a todos que me chamam a Segurança, a Paz e a Ordem... Sou Jogador, mas não jogo com isso, pois sei que com proteção não se brinca! Na Navalha, no Carteado, no Chapéu, no Dado, na Cerveja, na Ficha, no Cigarro e até no Terço que carrego, tenho minha Magia e meus Mistérios, mas levanta da Mesa e chora, quem não tem a Malandragem em seu caminho! Proteção, Paz e Luz de nosso Senhor aos Filhos de Umbanda... Salve a Malandragem!

Por Malandro Zé da Silva.

Seguidores da Malandragem

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Histórias dos Malandros nos Morros



Os barões da ralé
Waldir: a elegância em pessoa
Ele fez fama na Lapa, circulou pela Praça Onze e bateu ponto no Estácio. Brigou de navalha, andou de viés, carregou no trejeito. De terno branco de linho, chapéu de veludo e sapato couro de cobra, o malandro carioca atendia por nomes que impunham respeito - Madame Satã, Camisa Preta, Sete Coroas e João Cobra. Todos viraram sinônimo de bandidagem no Centro do Rio nos anos 10 e 20 do século passado.


Com o surgimento das primeiras favelas, os malandros logo descobriram um novo território livre para impor suas leis.

Um dos primeiros jornalistas a subir os morros do Rio e escrever sobre seus personagens, Benjamim Costallat disse certa vez que “a Favella (atual Providência) era uma cidade dentro da cidade, onde a lei é a do mais forte e a do mais valente e a navalha liquida os casos”. Estava se referindo à Zé da Barra, nordestino bom de briga - e de lábia - que mandava e desmandava na Favella.

Aos poucos, no entanto, o termo foi sendo suavizado e virou sinônimo de manemolência, lábia e esperteza. Foi esse malandro sangue bom que fez a festa nos morros do Rio nos anos 50, 60 e 70 - a maioria deles ligada às escolas de samba.

Charme pelos becos 
 Os nomes variavam mas a fama de espertos e mulherengos era a mesma. Alguns viraram lenda e são quase heróis nas histórias contadas até hoje. Poucos ainda continuam na ativa arrastando charme e desfilando elegância pelos becos das favelas. Como Waldir Carolino, de 74 anos.

“Me considero um cidadão esperto, que sabe viver a vida”, resume seu Waldir, fundador e presidente do Bloco Unidos do Cantagalo de 1963 até 1983.

“Sempre fiz questão de andar na linha. Quando entrava na quadra o pessoal logo falava: 'lá vem o presidente!' Até hoje só compro sapato por encomenda e terno sob medida”, brinca seu Waldir, que – como diz o poeta Chico Buarque, “hoje tem mulher e filho e tralha e tal” – é sócio da própria esposa num quiosque de flores em Copacabana.
Dono de quiosque de flores em Copacabana, Waldir sempre fez questão de andar na linha

Sapato de couro de cobra
“Eu vivi de perto a época de ouro do Waldir no Cantagalo e ficava lá ouvindo ele contar as suas histórias. Esse aproveitou bem a vida. A gente brincava que ele era o último malandro”, conta Eidibal Neves, de 63 anos, amigo de infância e também fundador e compositor de sambas clássicos do bloco do Cantagalo.

No Salgueiro, berço do samba na Tijuca, Zona Norte carioca, os malandros faziam o tipo granfino. Filho de Casemiro Calça Larga, outra figura lendária dos morros do Rio, seu Jorge Casemiro, de 70 anos, não pensa duas vezes na hora de citar o ban-ban-ban da favela na década de 60.

“Jorge Louro, esse era o cara! Um negão forte, bonito, se vestia só de linho, chapéu de veludo e sapato couro de cobra. Dançava muito e tinha as cabrochas dele espalhadas pelo morro todo. Era malandrão mesmo, mas no bom sentido”, frisa seu Jorge. “E modéstia à parte eu também sempre andei na linha. Para ir no samba até hoje só se for de blusão de linho e calça branca. E comigo é tudo sob medida. Faço questão.”

                                            Lábia e jogo de cintura
Jorge Casimiro, filho de Calça Larga
Autor da tese de doutorado “Malandros, marginais e vagabundos”, o sociólogo Michel Misse estudou a evolução da palavra 'malandro' ao longo do século 20 e diz que a transformação mais radical aconteceu na década de 50.


“Foi quando o malandro deixou de ser bandido e virou o cara esperto, cheio de lábia e com jogo de cintura. Esse era o malandro estilizado que inspirou Walt Disney a criar o Zé Carioca. O Bando da Lua que tocava com a Carmem Miranda também só se vestia de chapéu e camisa listrada”, explica.

Mas bem antes o fenômeno da suavização do malandro já era detectado por Noel Rosa. Em entrevista à revista O Debate, em 1935, o compositor já havia dado uma pista sobre o paradeiro desse novo malandro do bem: “O morro do Castelo foi abaixo e a polícia ‘espantou’ os malandros inveterados e ‘escrachou as cabrochas’. Mas o malandro não desapareceu. Transformou-se, simplesmente, com a sua cabrocha, para tapear a polícia. Ele já está de gravata e chapéu de palha e ela usa meias de seda”.

Nos anos 60, o malandro sofre nova transformação e de novo desce para o asfalto. Michel Misse explica: “Todo mundo podia ser malandro, o comerciante, o político, o cara esperto na esquina. E aí surge o nome marginal para substituir o malandro”, diz. “Mas a grande novidade nos últimos anos foi o surgimento da palavra vagabundo nos anos 80, que é uma mistura de malandro com marginal”, diz.
 


Ai de quem não respeitasse


Joãozinho: "Só dava Ieié no baile"
Desde os tempos de Brancura do Estácio que a malandragem na favela esteve próxima ao mundo do samba. No Morro da Babilônia, no Leme, Zona Sul carioca, quem reinava nas noites de baile dos anos 60 era um passista famoso conhecido apenas por Ieié.

“Só dava ele no baile do Lair e no Seu Justino. Esse era um cara da noite, super dançarino e vivia cercado de mulher. Quase sempre uma loira! Aquele era malandro. E figuraço”, conta João Carlos Filho, de 57 anos, o Joãozinho, do bloco Aventureiros do Leme.

Outra característica marcante do malandro da favela era o jeito de se vestir. Em entrevista ao Favela tem Memória meses antes de sua morte, aos 83 anos, Dona Maria falou sobre como era a malandragem no Morro do Cantagalo dos anos 50: “Os malandros do morro pareciam até doutor, só andavam na linha e eram extremamente educados com os moradores. Só a presença deles já era sinal de respeito. E ai de quem não respeitasse”.

Na Cidade de Deus, conjunto habitacional construído nos anos 60 na Zona Oeste do Rio, o malandro era um sujeito que não chamava a atenção. “O Caetano não era extrovertido, fazia mais o tipo misterioso. Ele foi diretor de bateria da escola de samba e era super querido. Mas também tinha seus inimigos”, lembra Vera Regina Barros. 


                           Farra, mulher e bebida

Dicró: boemia e samba
Com a morte de Bezerra da Silva e Moreira da Silva, um dos poucos malandros que permanecem acima de qualquer suspeita – e ele faz questão de assumir isso – é o sambista Carlos Roberto Oliveira, de 58 anos, o Dicró, nascido e criado na Baixada Fluminense mas freqüentador assíduo da Praia de Ramos (Zona Norte) desde os anos 60. Fala aí Dicró:


“Malandro é o cara que está de bem com a vida, que leva tudo na gozação e que não rouba ninguém. Porque malandro na prisão vai aproveitar a vida como?", brinca Dicró, que gravou em 1995, junto com Bezerra da Silva e Moreira da Silva, o disco “Os Três Malandros”, uma sátira à pompa dos tenores Plácido Domingo, José Carreras e Luciano Pavarotti. “Sempre fui boêmio e sambista. Até em velório a gente dá um jeito de se divertir”, brinca.

E para fechar esse papo de malandragem, nada como as palavras de Cartola, um bamba do samba de favela: “Malandro é quem gosta de briga, farra, mulher e bebida. Isso é natural. Ladrão, maconheiro ou jogador é bandido. Disso eu tenho vergonha”. E ponto final.

A Volta do Malandro (Chico Buarque)

Eis o malandro na praça outra vez
Caminhando na ponta dos pés
Como quem pisa nos corações
Que rolaram nos cabarés
Entre deusas e bofetões
Entre dados e coronéis
Entre parangolés e patrões

O malandro anda assim de viés
Deixa balançar a maré
E a poeira assentar no chão
Deixa a praça virar um salão

Que o malandro é o barão da ralé

Homenagem ao malandro (Chico Buarque)

Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem
Que conheço de outros carnavais
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem
Não existe mais

Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal

Mas o malandro pra valer
- não espalha
Aposentou a navalha
Tem mulher e filho e tralha e tal
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe e chacoalha
Num trem da Central

Praça 11, Berço do Samba (Zé Ketti)

Favela do Camisa Preta
Do Sete Coroas
Cadê o teu samba, Favela?
Era criança na Praça Onze
Eu corria pra te ver desfilar

Favela, queremos teu samba
Teu samba era quente
Fazia meu povo vibrar
Até a lua, a lua cheia
Sorria, sorria

Milhões de estrelas brigavam
Por um lugar melhor
Queriam ver a Portela
Mangueira, Estácio de Sá
E a Favela com suas baianas tradicionais
Brilhava mais
Que a luz do antigo lampião a gás
Fragmentos de brilhantes
Como fogos de artifícios
Desprendiam lá do céu
E caíam como flores
Na cabeça das pastoras
E dos sambas de Noel
Correrias, empurrões
Gritarias e aplausos
E o sino da capela
Não parava de bater
Os malandros vinham ver
Meu samba estava certo, sim

Enquanto as cabrochas gingavam
No seu rebolado
No ritmo da batucada
De olho comprido, que nem bobinho
Eu terminava dormindo na calçada
De olho comprido, que nem bobinho
Eu acabava dormindo na calçada
 


Fonte: http://www.favelatemmemoria.com.br


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Alerta de Seu Zé Pilintra: Cuidado com 'Os Micro Andróides'!


Explicações iniciais - por Rosane Amantéa.

Há muito que nossos guias de Umbanda (AUMBANDHAN - Códigos das LEIS DIVINAS) nos explicam sobre o sentido da figura mágica, alegre, extrovertida e pitoresca dos muitos 'Seu Zé Pilintra' que laboram nessa extraordinária 'Corrente Espiritual' de amor e de luz.

Aparentemente são todos boêmios das madrugadas nas encruzilhadas.

Os Umbandistas sabem que Seu Zé Pilintra atua tanto na corrente da Direita ( rixás) como na corrente da Esquerda (Exus).

Vovó Catarina, certa vez, avisou-me que eu iria ter uma surpresa quanto ao papel dessa 'entidade-grupo'.

Realmente, num determinado dia, eu observava uma pequena imagem de Sr. Zé Pilintra, uma imagem muito especial, diferente, que havia comprado numa lojinha de artigos místicos num shopping da cidade de Londrina, onde moro.

Essa imagem havia sido toda imantada e 'cruzada' (selada com magia branca da Vovó Catarina), o que lhe emprestou uma atividade condensadora, fixadora, transmutadora e irradiadora de fluidos espirituais da MATRIZ holográfica do seu Zé Pilintra.

De repente, um vulto de luz, de uns 3 metros de altura, vestido de terno branco, calça branca e chapéu branco com uma tira vermelha tal qual se manifesta, em plano astral, os Zés Pilintras, saiu da imagem (...rs... parece brincadeira, ficção, paranóia, ...o que desejarem dizer...mas NÃO É !!!)...igualzinho àquela cena de sair o gênio da lâmpada...rs...

Ele me olhou e me disse: - "Fui chamado para cuidar da 'senhorinha'...  e aqui estou!

Eu assustei, embora acostumada a ver espíritos desde os quatro anos de idade. Mas sair da imagem, assim, crescendo desde o tamanho de uma  pêra até ficar com uns 3 metros, ainda não tinha visto.

Agradeci respeitosamente e coloquei a imagem em um local de destaque.

Vóvó Catarina e Mestre Ramatis me explicaram que todos eles, as centenas e centenas de seus Zés Pilintras autênticos (que se manifestam apenas nos bons centros de Umbanda) estão atrelados ao PORTAL DO SR. ZÉ PILINTRA, um verdadeiro POSTO - FOCO DE LUZ, em dimensão muito superior à da Terra, que dá direções de atividades a essas personagens adestradas no entrecruzamento vibratório entre Orixás e Exus, que atuam no planeta, sem que bilhões de pessoas disso cogitem. Porém, manifestam-se, através da mediunidade, ainda apenas no Brasil, por ser a nação onde nasceu a Umbanda, embora não  haja fronteiras para o seu auxílio espiritual.

O PORTAL ZÉ PILINTRA, em outros termos, seria : 

"DEPARTAMENTO DE RASTREAMENTO DE AÇÕES DO BAIXO ASTRAL DA TERRA".

As verdadeiras entidades Zé Pilintra são preparadas nesse luminoso POSTO DE CAPACITAÇÃO dos SERES DE ARUANDA em serviço especial de RONDA ESTRATÉGICA, e outros seres espirituais do próprio planeta Terra, em processo de regeneração espiritual, e que possam evoluir com essa tarefa, trabalhando pela sociedade terrena, sendo necessários para atuarem numa 'escala', ou em múltiplos graus hierárquicos de funções e atribuições espirituais, regidas pelo PORTAL MESTRE, que é composto de miríades de seres de luz, como ALTOS EMBAIXADORES SIDERAIS especializados em averiguações das AÇÕES TREVOSAS em planejamento, nos planetas de terceira dimensão.

Neste 'Logradouro Vibratório' no Cosmos, são então, todas as entidades, preparadas para exercerem a mediação entre esse Posto Avançado e as regiões astrais do planeta.

Sem a manifestação mediúnica, os Zés Pilintra, livres, respondem ao mister de serem poderosos oficiais 'à paisana', nas madrugadas da Terra, moldados ideoplasticamente num estilo de VESTIMENTA ASTRAL, programada propositalmente, de  'MALANDRO BOÊMIO'.

Na verdade, eles vasculham, entre Exus e PombaGiras de LEI (entidades exímias na dissolução de magia negra) e entre Caboclos, Pretos Velhos e Boiadeiros da Umbanda, as novas programações dos planos trevosos da Terra.

Tornam-se, assim, intermediários entre todos os trabalhadores da Umbanda, dando orientações às criaturas humanas, por saberem tudo o que se passa entre o céu e a terra, por um lado.

Por outro lado, são magnificamente detentores dos arsenais de dissolução de magia negra, feitiçarias, brumas espessas de trevas, 'parasitoses' astrais adquiridas nas ruas e locais quaisquer, causadas pelos restolhos infectos de todo tipo de energia maléfica deixada pelos seres sombrios, quando em ataques espirituais na superfície físico-astral do globo, ou seja, nas casas e variados lugares, e nos corpos mais densos das pessoas (físico, etérico e astral).

Foram “adestrados” para serem como baianos felizes, sorridentes, dançando o 'ziriguidun' travesso, no axé das batidas dos tambores, cantando, dançando, rindo e falando como nordestinos, baianos ou malandros, quando manifestados em médiuns da Umbanda, para transmitirem leveza e descontração, enquanto saturam os consulentes de eflúvios positivos, usando toda a sua sábia metodologia dispersiva de todos os miasmas e virulências que os estejam importunando. 

Além disso, realizam ativação de símbolos ou preceitos da Sagrada Magia Branca da AUMBANDHAN, tanto na 'linha de Exu', como na 'linha de Preto Velho', usando elementos da natureza, como o côco, dendê, pimenta, farinha de mandioca branca, caninha, fumo de palha, café, etc., a bem de todos os que são vítimas de trabalhos maléficos mais 'elaborados', perfidamente, em terreiros de magia negra ou em laboratórios astrais especializados em maldade e conspirações de porte.


       
Hoje, um de nossos médiuns de psicografia trouxe, pela sua mão, a seguinte mensagem de um de nossos amados Zé Pilintra:

FILHOS DE FÉ,

Preparem-se... pois que, segundo nossas informações, dos Exus, Caboclos, entre outros da Sagrada Umbanda, o chumbo grosso vai descer em toda parte na Terra, em momento próximo, devido à clara perda constante de forças que os seres trevosos estão sofrendo.

Portando eles começaram a “forçar a bagaça”.

Mas como?

Eles estão investindo, segundo nossas prestimosas informações, em todo tipo de aparelho “sugador” do tipo de andróides (ou robôs), de dimensão "NANO-TECNOLOGIA ASTRAL" microscópica, robôs de todo gênero, a maioria parecidos com os vossos 'carrapatos'. 

Portanto, nossas recomendações são que vocês:

NÃO TOQUEM, NÃO TENHAM CONTATO COM O CORPO DE QUALQUER PESSOA DESCONHECIDA, PRINCIPALMENTE CONTATOS SEXUAIS OU AFETIVOS, COMO BEIJOS, ENTRE OUTRAS COISAS.

NÃO TOMEM NADA NO COPO DOS OUTROS.

NÃO FUMEM CIGARRO DOS OUTROS... AQUELES QUE A OUTRA PESSOA JÁ TINHA COLOCADO NA BOCA. 

Enfim, NÃO TOQUEM EM COISAS OU PESSOAS QUE VOCÊS NÃO SABEM DA PROCEDÊNCIA, principalmente na boca, orelhas e etc. 

QUANDO FOREM PARA A RUA, TENTEM NÃO TOCAR MUITO NOS OBJETOS QUE AS PESSOAS TOCAM MUITO. 

E QUANDO CHEGAREM EM CASA SE LAVEM BEM, PRINCIPALMENTE AS MÃOS, QUE PODEM SER LIMPAS COM ÁLCOOL. 

ESSA TECNOLOGIA É TRANSMITIDA POR DNA E ATÉ PELO AR.  

ISTO É SERÍSSIMO, POIS ESTAS CRIATURAS ABISMAIS QUEREM CAUSAR UMA DEGENERESCÊNCIA FÍSICA NAS PESSOAS, AO MESMO TEMPO SUGANDO SEU AXÉ PARA SER UTILIZADO EM SUAS OBRAS SATÂNICAS, NOS SEUS INFERNOS.

Esses aparelhos já estão bastante disseminados mundo afora.

Porém, o alvo principal deste ataque é o BRASIL mesmo, devido à sua importância para a vindoura ERA DE OURO e a aproximação dos seres angelicais, crianças cristais, ET’s e etc.

Em LONDRINA... bem... VOCÊS ESTÃO BEM “FAMOSOS” E CONHECIDOS NO INFERNO. PORTANTO, SÃO UM ALVO BEM POSSÍVEL... QUASE QUE CERTO. 

SE ALGUÉM FICAR DOENTE OU MAL, DA NOITE PARA O DIA, JÁ COMECEM A FICAR ESPERTOS E REZAR E TAMBÉM CHAMAR OS GUIAS.

Esses aparelhos, se chegarem ao cérebro, irão “corroer” a matéria físico-astral dos corpos físico, etérico e astral, causando doenças mentais e distúrbios de toda ordem e gênero. 

De resto, ou seja, as outras formas de ataque, vocês mais ou menos já sabem bem quais são... 

Porém, já fiquem sabendo, por aqui mesmo, que a “BAGACEIRA VAI PIORAR” cada vez mais.

A maldade, o crime e a “CURTIÇÃO” vão ficar ainda mais BIZARRAS.

Então é isto, senhores e senhoras !

- ISTO AQUI É SÓ UM AVISO DE AMIGO... MAS CADA UM “ENFIA O NARIZ AONDE QUER, NÃO É MESMO, MALANDRAGEM?” 

Até a próxima!

Seu ZÉ PILINTRA
   
Mensagem psicografada por um dos médiuns dos Cultos de Umbanda,   (AUMBANDHAN), do Núcleo de Integração Cósmica Jardim de Ísis, em 29 de fevereiro de 2012, na cidade de Londrina - Paraná- Brasil.
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Malandro Zé Pretinho.

O Mundo dá Voltas, por isso não fique parado! Sr Zé da Silva

Homenagem do Walt Disney aos Malandros Cariocas

AQUARELA DO BRASIL. É um curta metragem americano de animação da Disney lançado em 1942. E mostra pela primeira vez o personagem Zé Carioca, criado especificamente para o filme "Saludos Amigos" o sexto longametragem de animação dos Estúdios Disney e faz parte do último segmento do filme. O desenho mostra o Zé apresentando o samba e a cachaça ao Donald que está visitando o Brasil. Pra desenvolver o "curta" os desenhistas da Disney viajaram até o Rio de Janeiro, inclusive o próprio Walt Disney esteve no Brasil. A produção do desenho está relacionada com os esforços dos Estados Unidos para reunir aliados durante a segunda guerra mundial (1939-1945), esforço esse conhecido como "política da boa vizinhança". (Fonte wikipédia)

Salve!

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